Quando se acorda, antes mesmo do sono, sente-se o corpo como afundado.
Uma prova para a existência da alma, e da teoria (que pensei num pré-sono) que dormir é mergulhar em si. Uma viagem ao subconsciente.
Aparecem elementos que ignoramos, ou em que pensamos muito. Mas mais comum são coisas sem explicação alguma, um rosto inédito ou filme sem continuidade.
É bom dormir, é bom estar só em si. Um descanso para o corpo, sem controle e um ritmo frenético para a inconsciência, que trabalha: pensa e cria sem parar. Quase sempre não lembramos, mas estudos provam que acontecerem. Eu prefiro assim, ficar esquecido.
O problema (e que maldito seja) o ponto final desse expediente. Maldito amigo despertador, sempre na hora certa, sempre em hora errada.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
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