sábado, 13 de dezembro de 2008

despedida

Pediram-me dá onde vinha minha inspiração, afirmei que aquele seria o último poema, então, que meu, leria, pois recomendei ler
Mário Quintana, e para minha ingenuidade não voltaria;
recomendei
Manuel Bandeira, e minha superficialidade deixaria;
poderia recomendar Camões, que certamente falta da minha simplicidade sentiria;
mas recomendo: leiam um poema de
Cecília, leiam Clarice e Martha

Ou escrevam suas próprias ri-ma-rias

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Desabafos, desaforos...

Meu deu saudades de escrever, banalidades, tudo lon,ge de atualidades e subjetividades: temas de readação - escrever tudo certo, fazer uma enrolação.
Bom mesmo é escrever a verdade, o que vem na cabeça, não o que quer a universidade. Deixa estar confuso, como o brotar de idéias, sem polidez ou estrutura, essas regras dignas de ditadura. Quero escrever como quero, sem citar Camões ou Homero. Quero consultar meu cérebro, falar estranhezas, mesmo que lá digam: não ouse em ser poético.

mate-mática

Números inteiros reais e complexos. Sou eu complexa, fico eu perplexa diante de tantos algarismos, tantas operações e gráficos. Tantos números a seresm estudados, tanto tempo de vida desperdiçado!

nova metalinguagem

Talvez pra quem escreve bom mesmo é não estar apaixonado.
quem não está cansado de poemas de um romântico declarado?