Bixo PUCRS/2!
8° lugar em relações públicas :)
ser vestibulando pode ser um saco, mas tem o seu lado bom: o nome no listão!
quinta-feira, 26 de junho de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
30 minutos.
Sábado dia 21, 14h30min, Porto Alegre – Equinócio de Inverno no hemisfério sul.
E a Karla sentada vendo o vento bater forte nas árvores, vendo várias cadeiras e mesas iguais as suas com várias outras pessoas, talvez na mesma situação: treineira no vestibular. E nessa meia hora antes da prova que a situação ficou tensa, não por medo da prova, já que não tinha nada a perder, mas pelo pensamento que passou na minha cabeça: “E ai garota é isso mesmo que você quer? não, a certeza parece que desapareceu”, talvez ao ver outras pessoas que nada se pareciam como o que eu queria, talvez fosse a sala, que por melhor que fosse eu não me imaginava, e nem desejava lá estudar. Acho que só não mudei de idéia porque não tenho uma segunda opção de curso, mas a verdade é que não estou certa
Eu que sempre gostei e desejei a Puc, comecei a ter minhas dúvidas, e pela primeira vez não me senti com a mesma sintonia daquele lugar, minha prova foi em um dos prédios mais bonitos, o 50, mas para piorar eu passei pelo prédio da Famecos, que de forma alguma de agradou. De fato na Ufrgs me senti bem mais a vontade, por mais simples e pequeno que fosse o prédio de comunicação social, ele parecia ter mais minha cara. Isso torna minha situação um tanto quanto difícil, me puxar muito nos estudos, que está beirando à hora.
Meu total de acertos foi baixo, com: 5 de história, 4 de literatura, 2 de matemática, 7 de espanhol, 5 de geografia, 3 de biologia e 7 de português, 5 de física, 4 de química.
Embora não altos fiquei feliz com os resultados de química e física, matérias que tenho dificuldade.
E hoje sai o listão, veremos então..
E a Karla sentada vendo o vento bater forte nas árvores, vendo várias cadeiras e mesas iguais as suas com várias outras pessoas, talvez na mesma situação: treineira no vestibular. E nessa meia hora antes da prova que a situação ficou tensa, não por medo da prova, já que não tinha nada a perder, mas pelo pensamento que passou na minha cabeça: “E ai garota é isso mesmo que você quer? não, a certeza parece que desapareceu”, talvez ao ver outras pessoas que nada se pareciam como o que eu queria, talvez fosse a sala, que por melhor que fosse eu não me imaginava, e nem desejava lá estudar. Acho que só não mudei de idéia porque não tenho uma segunda opção de curso, mas a verdade é que não estou certa
Eu que sempre gostei e desejei a Puc, comecei a ter minhas dúvidas, e pela primeira vez não me senti com a mesma sintonia daquele lugar, minha prova foi em um dos prédios mais bonitos, o 50, mas para piorar eu passei pelo prédio da Famecos, que de forma alguma de agradou. De fato na Ufrgs me senti bem mais a vontade, por mais simples e pequeno que fosse o prédio de comunicação social, ele parecia ter mais minha cara. Isso torna minha situação um tanto quanto difícil, me puxar muito nos estudos, que está beirando à hora.
Meu total de acertos foi baixo, com: 5 de história, 4 de literatura, 2 de matemática, 7 de espanhol, 5 de geografia, 3 de biologia e 7 de português, 5 de física, 4 de química.
Embora não altos fiquei feliz com os resultados de química e física, matérias que tenho dificuldade.
E hoje sai o listão, veremos então..
segunda-feira, 23 de junho de 2008
A casa branca vê inimigos em todo mundo
Dediquei uma tarde a ler o dossiê do império norte-americano (do guia do estudante), e as quase 20 páginas sobre os Estados Unidos só fez aumentar minha indignação.
Nenhuma nação se compara aos EUA em presença e poderio bélico.
Bush, o “presidente da guerra”, aponta países hostis em cinco continentes, e começou 2008 com bases militares em 62 países e territórios e homens em 147 países.
Mas para manter essas bases militares e se envolver em vários conflitos é preciso pagar altos custos. A proposta de orçamento para o ano de 2009 prevê um déficit de 400 milhões de dólares, a razão, tal como a dos anos anteriores são as despesas militares que cresceram 7,5% ao ano, chegando a 515,4 bilhões de dólares, o mais alto índice desde a II guerra mundial. Em contra partida Bush propõem reduzir ou cortar 18 milhões de dólares destinados a 151 programas sociais, dentre eles os planos de saúde governamentais.
O Iraque já foi um dos paises mais desenvolvidos do Oriente Médio, mas a ocupação armada dos estados unidos desde 2003 levou o país a essa degradação profunda, e o deixou em situação de desastre nacional, mesmo que no fim de 2007, o número de ataques suicidas e de choques armados tenha tido redução. O sofrimento causado pelos atentados suicidas, confronto com as tropas de ocupação e conflitos entre xiitas, sunitas e curdos marcam profundamente a sociedade, cerca de 4 milhões de iraquianos tiveram que abandonar suas casas por causa do conflito, metade se deslocou para outras regiões do próprio Iraque e a outra metade refugiou-se em países vizinhos, principalmente na Síria (1,2 milhões) e na Jordânia (750 mil).
É difícil saber quantos iraquianos morreram, as estimativas vão de 81 mil a 650 mil pessoas e cerca de 4 mil soldados americanos.
Após cinco anos do inicio da guerra do Iraque, as tropas dos Estados Unidos estão num grande atoleiro, sem perspectivas de melhora num futuro próximo. Mesmo assim, o governo de George W. Bush mantém avaliação de que foi certo enviar forças para intervir no país.
E agora ficamos pensando até onde esse monstro pode ir para beneficiar seus interesses no petróleo e na indústria bélica, se para ele deixar milhares de pessoas mortas, milhares sem sua pátria, e outros milhares sem seus pais, filhos e amigos é algo necessário. Mas quanto vale uma vida? parece que para o atual presidente dos estados unidos, muito pouco.
Nenhuma nação se compara aos EUA em presença e poderio bélico.
Bush, o “presidente da guerra”, aponta países hostis em cinco continentes, e começou 2008 com bases militares em 62 países e territórios e homens em 147 países.
Mas para manter essas bases militares e se envolver em vários conflitos é preciso pagar altos custos. A proposta de orçamento para o ano de 2009 prevê um déficit de 400 milhões de dólares, a razão, tal como a dos anos anteriores são as despesas militares que cresceram 7,5% ao ano, chegando a 515,4 bilhões de dólares, o mais alto índice desde a II guerra mundial. Em contra partida Bush propõem reduzir ou cortar 18 milhões de dólares destinados a 151 programas sociais, dentre eles os planos de saúde governamentais.
O Iraque já foi um dos paises mais desenvolvidos do Oriente Médio, mas a ocupação armada dos estados unidos desde 2003 levou o país a essa degradação profunda, e o deixou em situação de desastre nacional, mesmo que no fim de 2007, o número de ataques suicidas e de choques armados tenha tido redução. O sofrimento causado pelos atentados suicidas, confronto com as tropas de ocupação e conflitos entre xiitas, sunitas e curdos marcam profundamente a sociedade, cerca de 4 milhões de iraquianos tiveram que abandonar suas casas por causa do conflito, metade se deslocou para outras regiões do próprio Iraque e a outra metade refugiou-se em países vizinhos, principalmente na Síria (1,2 milhões) e na Jordânia (750 mil).
É difícil saber quantos iraquianos morreram, as estimativas vão de 81 mil a 650 mil pessoas e cerca de 4 mil soldados americanos.
Após cinco anos do inicio da guerra do Iraque, as tropas dos Estados Unidos estão num grande atoleiro, sem perspectivas de melhora num futuro próximo. Mesmo assim, o governo de George W. Bush mantém avaliação de que foi certo enviar forças para intervir no país.
E agora ficamos pensando até onde esse monstro pode ir para beneficiar seus interesses no petróleo e na indústria bélica, se para ele deixar milhares de pessoas mortas, milhares sem sua pátria, e outros milhares sem seus pais, filhos e amigos é algo necessário. Mas quanto vale uma vida? parece que para o atual presidente dos estados unidos, muito pouco.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
O dia em que eu disse: “Eureca, que Deus não seja louvado!”
Quanto mais eu conheço o mundo mais eu acredito na existência do todo poderoso, claro, as todas poderosas multinacionais, essas sim são os verdadeiras controladoras do mundo.
Pode se dizer que além de todas as religiões que elas nos levam a inventar e acreditar, a para termos em que nos segurarmos, são elas a nossa nova religião – somos devotos de suas marcas, para elas damos nossos “dízimos” e somos freqüentadores assíduos de seus templos, templos de consumo, os grandes e belos shoppings, e também as tememos, assim com segundo o cristianismo, deve se temer a Deus.
Crianças, depois de descobrir a não existência do Papai-Noel (aliás, outro santo que veneramos na religião do século, junto com o coelho da páscoa etc.) está na hora de encarar os fatos: Deus também não existe! Mas não se preocupe, ele foi substituído pelos gestores da fé.
Talvez minha afirmação tenha causado grande espanto, mas ela não foi da boca pra fora, depois de muito pensar, repensar e analisar. E lhe pergunto: você acredita? verdadeiramente acredita? e principalmente o quanto você já se perguntou e pensou sobre isso? não tenho dúvidas que já se contestou, mas uma contestação não basta. Nosso primeiro instinto é se acomodar, é mais fácil aceitar tudo sem questionar, mas também não o culpo, afinal há milhares de ano se acredita nisso e a mais milhares de anos se vai acreditar – paramos no tempo, e nos deixamos ser enganados por uma explicação sem sentido lógico, por mais que a ciência explique, pois é um jeito mais simpático de ver a vida.
Todos, ou quase todos desejam saber de onde vem e para onde vão. Eu, sistematicamente deixei essas questões irresolúveis de lado, postas lá para baixo, e em baixo de uma camada de poeira, e adotei: O que sou? e para que serei útil? Eu sou um ser humano capaz, que descobriu em si uma determinação que não conhecia, e acredito que vale a pena lutar.
Respeito todas as crenças, todos tem o real direito de crer no que quer. Eu prefiro acreditar em mim, e acreditar no homem, pode ser ingenuidade minha, mas eu ainda acredito na bondade do homem em geral, creio que nem tudo está perdido, eu sonho, sonho com um mundo melhor, feito por nós meros humanos, mas cheios de poder.
Tudo bem acreditar na existência de Deus, o que você não pode é ter isso como uma verdade absoluta e inquestionável, pois deve admitir que ou ele é muito injusto ou no mínimo mal-administrador, já que duvido que com sua bondade ele deixaria pessoa passando as férias em Paris, e outras passando suas vidas em baixo os pontes, é o sistema, ele sim que determina tudo - lê-se uma placa: Bem-vindo ao mundo capitalista, compra-se almas pelos preços mais baixos possíveis.
Ou compre sua entrada no céu, depositando um quarto de seu salário na conta do Padre Getúlio, ah, os gestores da fé.
Caminhando pelas ruas, a cada esquina se vê igreja dos desamparados, igreja da nossa senhora da boa vida, e por ai vai, não há buraco em que não haja uma casa do senhor, mas de que senhor estamos falando? e ao invés de casa não seria mais apropriado usar empresa? bom, talvez o nome “Empresa do Papa-grana” não chamasse tantos clientes, digo, fiéis.
Pode se dizer que além de todas as religiões que elas nos levam a inventar e acreditar, a para termos em que nos segurarmos, são elas a nossa nova religião – somos devotos de suas marcas, para elas damos nossos “dízimos” e somos freqüentadores assíduos de seus templos, templos de consumo, os grandes e belos shoppings, e também as tememos, assim com segundo o cristianismo, deve se temer a Deus.
Crianças, depois de descobrir a não existência do Papai-Noel (aliás, outro santo que veneramos na religião do século, junto com o coelho da páscoa etc.) está na hora de encarar os fatos: Deus também não existe! Mas não se preocupe, ele foi substituído pelos gestores da fé.
Talvez minha afirmação tenha causado grande espanto, mas ela não foi da boca pra fora, depois de muito pensar, repensar e analisar. E lhe pergunto: você acredita? verdadeiramente acredita? e principalmente o quanto você já se perguntou e pensou sobre isso? não tenho dúvidas que já se contestou, mas uma contestação não basta. Nosso primeiro instinto é se acomodar, é mais fácil aceitar tudo sem questionar, mas também não o culpo, afinal há milhares de ano se acredita nisso e a mais milhares de anos se vai acreditar – paramos no tempo, e nos deixamos ser enganados por uma explicação sem sentido lógico, por mais que a ciência explique, pois é um jeito mais simpático de ver a vida.
Todos, ou quase todos desejam saber de onde vem e para onde vão. Eu, sistematicamente deixei essas questões irresolúveis de lado, postas lá para baixo, e em baixo de uma camada de poeira, e adotei: O que sou? e para que serei útil? Eu sou um ser humano capaz, que descobriu em si uma determinação que não conhecia, e acredito que vale a pena lutar.
Respeito todas as crenças, todos tem o real direito de crer no que quer. Eu prefiro acreditar em mim, e acreditar no homem, pode ser ingenuidade minha, mas eu ainda acredito na bondade do homem em geral, creio que nem tudo está perdido, eu sonho, sonho com um mundo melhor, feito por nós meros humanos, mas cheios de poder.
Tudo bem acreditar na existência de Deus, o que você não pode é ter isso como uma verdade absoluta e inquestionável, pois deve admitir que ou ele é muito injusto ou no mínimo mal-administrador, já que duvido que com sua bondade ele deixaria pessoa passando as férias em Paris, e outras passando suas vidas em baixo os pontes, é o sistema, ele sim que determina tudo - lê-se uma placa: Bem-vindo ao mundo capitalista, compra-se almas pelos preços mais baixos possíveis.
Ou compre sua entrada no céu, depositando um quarto de seu salário na conta do Padre Getúlio, ah, os gestores da fé.
Caminhando pelas ruas, a cada esquina se vê igreja dos desamparados, igreja da nossa senhora da boa vida, e por ai vai, não há buraco em que não haja uma casa do senhor, mas de que senhor estamos falando? e ao invés de casa não seria mais apropriado usar empresa? bom, talvez o nome “Empresa do Papa-grana” não chamasse tantos clientes, digo, fiéis.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
A lenda do inverno perdido e do sistema falido!
O inverno é uma estação um tanto quanto perdida, as pessoas comem mais, menos coisas tem vontade de fazer, menos vão rua e muitas mais roupas usam, veja por mim, com uma pilha enorme de livros ao meu lado para estudar, estou aqui perdendo tempo do meu inverno, perdendo tempo não, perdendo estaria se tivesse vendo algum programa sobre programas de televisão na televisão, ou dormindo, mesmo sem precisar, ou então simplesmente parada olhando pela janela, o tempo que falsamente parece estar bonito.
No entanto comecei um novo projeto, dentre tantos: escrever um blog, que venho da necessidade que tenho em treinar a escrita para a redação, de novo as coisas giram ao redor do vestibular.
Quanto mais cresço mais entendo as pessoas que tem suas ideologias e suas batalhas, o desejo que vinha aumentando, de ter a minha também, agora está diminuindo, não que tenha desistido, ou deixado de lado, mas porque percebi que não preciso ter uma ideologia, que levante um cartaz escrito: eu sou anarquista, humanista, ou todos os outros - istas dessa vida. Levanto meu próprio cartaz escrito: sou a Karla e quero um mundo melhor!
Sentimento esse que vem crescendo dentro de mim, dentro de todos os –istas que constam na lista, são os socialistas com quem me identifico mais. Todo sistema tem falhas, creio que nunca chegaremos a perfeição, mas dentro do nosso sistema ela se torna mais longínqua do que a existência de coelho da páscoa. E a queda desse é necessário, mas não instantânea ao estudarmos a história do mundo vemos isso, que são anos e anos, idéias, revoltas, união e determinação. E não é porque demora que devemos sentar e ver o triunfo, toda a hora é hora de lutar, talvez não esteja viva quando isso aconteça, digo isso com meus 16 anos completos, mas meus sucessores agradeceram.
“Somos o que somos, e ao mesmo tempo somos o que fazemos para mudar o que somo... Embora estejamos malfeitos, ainda não estamos terminados; e é a aventura de mudar e de mudarmos que faz com que valha a pena esta piscadela que somos na história do universo” GALEANO, Eduardo. De pernas para o ar – a escola do mundo ao avesso.
Mas, mudar o que?, está se perguntando, minha vida e casa são boas, o resto do mundo que se foda. Sendo que nem de perto conheço o que é pobreza. Não, não quero que venda sua casa e seu carro e viva em uma comunidade que cuida dos pobres, você continuará vivendo como vive, mas o que mudará é se jeito de ver a vida.
O inverno não só por trazer consigo uma melancolia, mas também desespero causado pelo seu frio, não só pra mim que terei de usar três casacos, mas para aquele que não tem nem casa, quem dirá casaco para de proteger. E você continua achando que tudo está bem?
No entanto comecei um novo projeto, dentre tantos: escrever um blog, que venho da necessidade que tenho em treinar a escrita para a redação, de novo as coisas giram ao redor do vestibular.
Quanto mais cresço mais entendo as pessoas que tem suas ideologias e suas batalhas, o desejo que vinha aumentando, de ter a minha também, agora está diminuindo, não que tenha desistido, ou deixado de lado, mas porque percebi que não preciso ter uma ideologia, que levante um cartaz escrito: eu sou anarquista, humanista, ou todos os outros - istas dessa vida. Levanto meu próprio cartaz escrito: sou a Karla e quero um mundo melhor!
Sentimento esse que vem crescendo dentro de mim, dentro de todos os –istas que constam na lista, são os socialistas com quem me identifico mais. Todo sistema tem falhas, creio que nunca chegaremos a perfeição, mas dentro do nosso sistema ela se torna mais longínqua do que a existência de coelho da páscoa. E a queda desse é necessário, mas não instantânea ao estudarmos a história do mundo vemos isso, que são anos e anos, idéias, revoltas, união e determinação. E não é porque demora que devemos sentar e ver o triunfo, toda a hora é hora de lutar, talvez não esteja viva quando isso aconteça, digo isso com meus 16 anos completos, mas meus sucessores agradeceram.
“Somos o que somos, e ao mesmo tempo somos o que fazemos para mudar o que somo... Embora estejamos malfeitos, ainda não estamos terminados; e é a aventura de mudar e de mudarmos que faz com que valha a pena esta piscadela que somos na história do universo” GALEANO, Eduardo. De pernas para o ar – a escola do mundo ao avesso.
Mas, mudar o que?, está se perguntando, minha vida e casa são boas, o resto do mundo que se foda. Sendo que nem de perto conheço o que é pobreza. Não, não quero que venda sua casa e seu carro e viva em uma comunidade que cuida dos pobres, você continuará vivendo como vive, mas o que mudará é se jeito de ver a vida.
O inverno não só por trazer consigo uma melancolia, mas também desespero causado pelo seu frio, não só pra mim que terei de usar três casacos, mas para aquele que não tem nem casa, quem dirá casaco para de proteger. E você continua achando que tudo está bem?
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