Pediram-me dá onde vinha minha inspiração, afirmei que aquele seria o último poema, então, que meu, leria, pois recomendei ler
Mário Quintana, e para minha ingenuidade não voltaria;
recomendei
Manuel Bandeira, e minha superficialidade deixaria;
poderia recomendar Camões, que certamente falta da minha simplicidade sentiria;
mas recomendo: leiam um poema de
Cecília, leiam Clarice e Martha
Ou escrevam suas próprias ri-ma-rias
sábado, 13 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Desabafos, desaforos...
Meu deu saudades de escrever, banalidades, tudo lon,ge de atualidades e subjetividades: temas de readação - escrever tudo certo, fazer uma enrolação.
Bom mesmo é escrever a verdade, o que vem na cabeça, não o que quer a universidade. Deixa estar confuso, como o brotar de idéias, sem polidez ou estrutura, essas regras dignas de ditadura. Quero escrever como quero, sem citar Camões ou Homero. Quero consultar meu cérebro, falar estranhezas, mesmo que lá digam: não ouse em ser poético.
Bom mesmo é escrever a verdade, o que vem na cabeça, não o que quer a universidade. Deixa estar confuso, como o brotar de idéias, sem polidez ou estrutura, essas regras dignas de ditadura. Quero escrever como quero, sem citar Camões ou Homero. Quero consultar meu cérebro, falar estranhezas, mesmo que lá digam: não ouse em ser poético.
mate-mática
Números inteiros reais e complexos. Sou eu complexa, fico eu perplexa diante de tantos algarismos, tantas operações e gráficos. Tantos números a seresm estudados, tanto tempo de vida desperdiçado!
nova metalinguagem
Talvez pra quem escreve bom mesmo é não estar apaixonado.
quem não está cansado de poemas de um romântico declarado?
quem não está cansado de poemas de um romântico declarado?
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Animação e seus dois sentidos
Ontem conheci um mundo um tanto quanto novo pra mim, o da animação
foi dia 28 de outubro dia mundial na animação. E em muitos lugares do mundo rolou, a apresentação da vários curtas, e Bento não ficou de fora. Monkey joy, curta português, foi eleito por mim como o melhor. Mas não posso deixar de comentar do x-coração que é bastante divertido.
Bento é uma cidade que ainda tem muito que melhorar na cultura, entretanto vejo que alguns eventos vêm sendo feito, não sei se esse é um rumo a ser tomado ou são fatos isolados que acontecem, de fato a frase "não tem nada pra fazer" não pode ser retirada das conversas rotineiras.
O que acontece por aqui não é muito divulgado, sendo assim ninguém vai, se ninguém vai nada é feito, é um horrível ciclo vicioso. No Brasil esses ciclos parecem atingir quase tudo que diz respeito a cultura. Como por exemplo os livros, que são caros porque ninguém compra, ninguém compra porque são caros, e vice-versa, eternamente vice-versa.
Que bom que tem um público, por menor que seja, interessado. Que vai aos nos saraus mensais na casa das artes, nas sessões que sempre rolam nos sesc, nos eventos não só daqui como da região, tipo o Rock in Drio de Carlos Barbosa e o festival do rock em Garibaldi. Esses interessantes festivais de música ainda não chegaram a Bento e acho muito difícil, quase impossível que cheguem, falta-nos público de bom gosto.
foi dia 28 de outubro dia mundial na animação. E em muitos lugares do mundo rolou, a apresentação da vários curtas, e Bento não ficou de fora. Monkey joy, curta português, foi eleito por mim como o melhor. Mas não posso deixar de comentar do x-coração que é bastante divertido.
Bento é uma cidade que ainda tem muito que melhorar na cultura, entretanto vejo que alguns eventos vêm sendo feito, não sei se esse é um rumo a ser tomado ou são fatos isolados que acontecem, de fato a frase "não tem nada pra fazer" não pode ser retirada das conversas rotineiras.
O que acontece por aqui não é muito divulgado, sendo assim ninguém vai, se ninguém vai nada é feito, é um horrível ciclo vicioso. No Brasil esses ciclos parecem atingir quase tudo que diz respeito a cultura. Como por exemplo os livros, que são caros porque ninguém compra, ninguém compra porque são caros, e vice-versa, eternamente vice-versa.
Que bom que tem um público, por menor que seja, interessado. Que vai aos nos saraus mensais na casa das artes, nas sessões que sempre rolam nos sesc, nos eventos não só daqui como da região, tipo o Rock in Drio de Carlos Barbosa e o festival do rock em Garibaldi. Esses interessantes festivais de música ainda não chegaram a Bento e acho muito difícil, quase impossível que cheguem, falta-nos público de bom gosto.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
O fracasso de Outubro-
enquanto os outros meses tiverem 12, 6 ou 7 postagens o mês de Outubro agora no final ganha sua terceira!
Teria inúmeras coisas sobre as quais eu gostaria de falar, e assim que tiver tempo as farei, mas para não esqueçer já adianto, que comentarei sobre o oitavo cd do Oasis. Sobre as bandas boas e brasileiras que atigem sucesso cantando em inglês, e as brasileira e boas que não atingem sucesso, talvez, por não cantarem em inglês.
De fato queria ter mais tempo e também queria dormir mais, nenhum dos dois é possível, na verdade o segundo até pode ser, mas só piora o primeiro: menos tempo ainda, agora eu pretendia já estar dormindo mas sempre antes de dormir (mais cedo, pra ver recupero o descanso perdido) surge algo que me chama a atenção e me segura por mais um tempo acordada: algum livro, alguma conversa, alguma tela, alguma comida.
Quando digo que o tempo voa eu não minto, desde a ultima hora que olhei no relógio já passou meia hora. Assim: Puf! foram-se 30 minutos
Teria inúmeras coisas sobre as quais eu gostaria de falar, e assim que tiver tempo as farei, mas para não esqueçer já adianto, que comentarei sobre o oitavo cd do Oasis. Sobre as bandas boas e brasileiras que atigem sucesso cantando em inglês, e as brasileira e boas que não atingem sucesso, talvez, por não cantarem em inglês.
De fato queria ter mais tempo e também queria dormir mais, nenhum dos dois é possível, na verdade o segundo até pode ser, mas só piora o primeiro: menos tempo ainda, agora eu pretendia já estar dormindo mas sempre antes de dormir (mais cedo, pra ver recupero o descanso perdido) surge algo que me chama a atenção e me segura por mais um tempo acordada: algum livro, alguma conversa, alguma tela, alguma comida.
Quando digo que o tempo voa eu não minto, desde a ultima hora que olhei no relógio já passou meia hora. Assim: Puf! foram-se 30 minutos
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